Cala-te para não sofrer
Ao ver que teu grito é mero sussurro
Numa multidão de estátuas.
Derrama teu sangue
Para que esse líquido sujo
Não agite seu corpo
Numa multidão de estátuas.
Cerra teus punhos
Para que a mão que trabalha
Não empunhe uma espada
Contra uma multidão de estátuas.
Destrói a tua alma
Para que seus ímpetos rebeldes
Não queiram achar o amor
Numa multidão de estátuas.
Almeja o vil, denigre teu eu
Transforma-te em pedra.
-Estátua não busca os céus
Tampouco sangra na queda.
quarta-feira, 22 de abril de 2009
terça-feira, 21 de abril de 2009
"Ouça, meu menino, a história que eu vou te contar.
Aí vem o motivo pelo qual Sol e Lua não podem se encontrar."
Ela ilumina a noite dos apaixonados;
Ele guia o dia dos agitados.
São opostos e iguais,
Paradoxos existenciais.
Equivalentes um do outro
A mesma coisa de um todo.
Não vês?!
Ambos habitam e reinam os céus
(Um mundo longe do alcance mortal)
Vivem dentre as estrelas,
universos e ideais que os humanos jamais imaginarão
Verdades que os normais nunca alcançarão.
-Lua e sol compartilham a mesma visão
O mesmo pulsar de coração, -
Porque um não é nada mais do que o outro.
Tão iguais e ao mesmo tempo
Opostos totais e extremos.
Ele é como um deus de si mesmo.
não lhe basta brilhar:
Tem que reinar,
Controlar.
Ela é bela, mas irradia contida
Preza por sua liberdade,
E seu jeito de viver a vida
Sem querer ser percebida.
(Nunca pertencerá a ninguém...)
Certo dia, os dois indignados
Por viverem tão distantes
Driblaram as ordens universais
E apenas por poucos instantes
Tocaram-se e amaram-se.
E nisso a maldição começara.
Foram selados: O destino ordenara
Que dia e noite jamais se encontrassem
E os dois aceitaram sua sorte
Porque sabiam que jamais seriam felizes
Enquanto fossem tão diferentes.
E mesmo que seus desejos sejam proibidos
Que ainda existam diferenças gritantes
A paixão ainda é pulsante
E as semelhanças são deveras relevantes.
Por isso se souberes de alguém
Que tenha visto um eclipse, sorria!
Esse é o momento onde a noite o dia
Permitem que o Sol e a Lua atendem aos seus desejos
E amem-se uma vez mais
Com medo de que isso não volte a acontecer jamais.
Amor e medo.
Aí vem o motivo pelo qual Sol e Lua não podem se encontrar."
Ela ilumina a noite dos apaixonados;
Ele guia o dia dos agitados.
São opostos e iguais,
Paradoxos existenciais.
Equivalentes um do outro
A mesma coisa de um todo.
Não vês?!
Ambos habitam e reinam os céus
(Um mundo longe do alcance mortal)
Vivem dentre as estrelas,
universos e ideais que os humanos jamais imaginarão
Verdades que os normais nunca alcançarão.
-Lua e sol compartilham a mesma visão
O mesmo pulsar de coração, -
Porque um não é nada mais do que o outro.
Tão iguais e ao mesmo tempo
Opostos totais e extremos.
Ele é como um deus de si mesmo.
não lhe basta brilhar:
Tem que reinar,
Controlar.
Ela é bela, mas irradia contida
Preza por sua liberdade,
E seu jeito de viver a vida
Sem querer ser percebida.
(Nunca pertencerá a ninguém...)
Certo dia, os dois indignados
Por viverem tão distantes
Driblaram as ordens universais
E apenas por poucos instantes
Tocaram-se e amaram-se.
E nisso a maldição começara.
Foram selados: O destino ordenara
Que dia e noite jamais se encontrassem
E os dois aceitaram sua sorte
Porque sabiam que jamais seriam felizes
Enquanto fossem tão diferentes.
E mesmo que seus desejos sejam proibidos
Que ainda existam diferenças gritantes
A paixão ainda é pulsante
E as semelhanças são deveras relevantes.
Por isso se souberes de alguém
Que tenha visto um eclipse, sorria!
Esse é o momento onde a noite o dia
Permitem que o Sol e a Lua atendem aos seus desejos
E amem-se uma vez mais
Com medo de que isso não volte a acontecer jamais.
Amor e medo.
De um amigo ( para guardar pra eternidade.)
Menina interessante
Interessante por natureza
sabe se comunicar.
Pode ter o mundo em sua volta
pode fazer muitos te amar
simples, humilde e determinada também
difícil de lidar
mais também com um grande coração não é a menina durona
que quer se mostrar.
Linda e inteligente com um abraço quente e um beijo convidativo
Menina além de interessante sabe conquistar
Diferente de muitos e reconhecida verdadeiramente por poucos
em busca do amor de alguem que talvez nem exista
em busca da verdade do valor da sinceridade e do calor.
Tola menina?
Não ,
apenas sonha como na época de sua ingenuidade
quando acreditava em príncipes encantados e no amor
serio e honrável .
Ela tem o direito
ela merece encontrar
a felicidade é apenas conseqüência para quem acreditar
Interessante por natureza
sabe se comunicar.
Pode ter o mundo em sua volta
pode fazer muitos te amar
simples, humilde e determinada também
difícil de lidar
mais também com um grande coração não é a menina durona
que quer se mostrar.
Linda e inteligente com um abraço quente e um beijo convidativo
Menina além de interessante sabe conquistar
Diferente de muitos e reconhecida verdadeiramente por poucos
em busca do amor de alguem que talvez nem exista
em busca da verdade do valor da sinceridade e do calor.
Tola menina?
Não ,
apenas sonha como na época de sua ingenuidade
quando acreditava em príncipes encantados e no amor
serio e honrável .
Ela tem o direito
ela merece encontrar
a felicidade é apenas conseqüência para quem acreditar
terça-feira, 17 de março de 2009
Outro dia se foi sem que eu pudesse sê-lo de fato;
Tudo bem, esse não é o primeiro.
Amanhã outro vai vir e nesse meio tempo eu durmo.
Enquanto durmo não sou.
Mas se estou acordada, não sou também.
Adianta vivê-los?
Sei que existem as esperanças e os desejos:
Aprendi a conviver com eles,
Mas acho que os tornei banais.
Quero tanto! Quero o mundo!
Quero o meu mundo.
Mas com que tijolos devo construí-lo?
(Inércia...)
Meu mundo habita o campo das idéias,
Junto com meus desejos,
Meus sonhos.
O campo das idéias é misterioso
E eu começo a decifrá-lo.
Eis minha primeira descoberta:
As raízes do que se planta lá ficam no ar.
Quanto mais se planta as coisas ali,
Quanto mais se cava e depois se cobre com terra pra que se firme
Mais elas voam
E vão rumo às estrelas: ao inalcançável.
Quanto mais você acredita que elas estão fixas ali
Mais elas se distanciam
Até deixar de ser.
Então não existe nada.
Nem no belo campo das idéias, nem nesse mundo de cores mortas.
Até quando?
Tudo bem, esse não é o primeiro.
Amanhã outro vai vir e nesse meio tempo eu durmo.
Enquanto durmo não sou.
Mas se estou acordada, não sou também.
Adianta vivê-los?
Sei que existem as esperanças e os desejos:
Aprendi a conviver com eles,
Mas acho que os tornei banais.
Quero tanto! Quero o mundo!
Quero o meu mundo.
Mas com que tijolos devo construí-lo?
(Inércia...)
Meu mundo habita o campo das idéias,
Junto com meus desejos,
Meus sonhos.
O campo das idéias é misterioso
E eu começo a decifrá-lo.
Eis minha primeira descoberta:
As raízes do que se planta lá ficam no ar.
Quanto mais se planta as coisas ali,
Quanto mais se cava e depois se cobre com terra pra que se firme
Mais elas voam
E vão rumo às estrelas: ao inalcançável.
Quanto mais você acredita que elas estão fixas ali
Mais elas se distanciam
Até deixar de ser.
Então não existe nada.
Nem no belo campo das idéias, nem nesse mundo de cores mortas.
Até quando?
sábado, 7 de março de 2009
BBB, Welcome to Trashland.
Não falo sobre TV e não assisto TV. Sou assim mesmo, chata e metida a besta sabichona, fazer o quê?
Já dizem por aí que toda regra tem uma excessão; Não sou dada a regras e, portanto, nem à excessões. Quero as coisas do meu jeito (o mundo todo, se possível) e o meu jeito hoje é assim, jeito de quem teve um pensamento aleatório que quer morar aqui.
Certas coisas simplesmente me deixam indignada, fula da vida e a ponto de cuspir fogo. Falta de coerência é uma delas. Eu sei que eu devia fechar os olhos, porque se o mundo é mesmo como vejo, TENHO que acreditar num mundo do meu jeito, mas dessa vez não deu. Simples assim.
BBB? Prova de resistência física, desafios numa casa com piscina, academia, banheiras, tudo bancado pela Globo e o Brasil todo parando pra ver isso? Ah, Faça-me um favor!
Coloque as siliconadas e os bombados pra passar uma semana inteira nas ruas, nesse calor abençoado do nosso país tropical, juntando latinhas pra comprar o que comer e aí sim vocês terão um verdadeiro show de realidade.
Tenho dito.
Já dizem por aí que toda regra tem uma excessão; Não sou dada a regras e, portanto, nem à excessões. Quero as coisas do meu jeito (o mundo todo, se possível) e o meu jeito hoje é assim, jeito de quem teve um pensamento aleatório que quer morar aqui.
Certas coisas simplesmente me deixam indignada, fula da vida e a ponto de cuspir fogo. Falta de coerência é uma delas. Eu sei que eu devia fechar os olhos, porque se o mundo é mesmo como vejo, TENHO que acreditar num mundo do meu jeito, mas dessa vez não deu. Simples assim.
BBB? Prova de resistência física, desafios numa casa com piscina, academia, banheiras, tudo bancado pela Globo e o Brasil todo parando pra ver isso? Ah, Faça-me um favor!
Coloque as siliconadas e os bombados pra passar uma semana inteira nas ruas, nesse calor abençoado do nosso país tropical, juntando latinhas pra comprar o que comer e aí sim vocês terão um verdadeiro show de realidade.
Tenho dito.
Eu caí e você viu.
E viu que doeu;
E que ainda sangrava;
E que a dor não passava.
Mas o que você não viu
É que o fardo era meu
Mas você me ajudava;
-Também carregava-
E eu levantava.
E eu reaprendi a andar
E a trilhar novos caminhos
Para os velhos lugares
Onde a felicidade
Ainda esperava por mim.
O que eu não percebi
É que na minha jornada
Você me apoiava;
E era o porto seguro
Onde eu ancorava.
Mas hoje eu vi.
Vi que a lua brilhava;
Que a noite reinava;
Que o calor emanava,
Mas algo estava terrivelmente errado!
Eu me perdia no escuro
E só me encontrava
Naquele sorriso
Que me abraçava.
-O sorriso era seu.
Hoje eu não achei
A luz dos seus olhos,
E a força da sua voz
E a lucidez do seu sorriso.
-Deus, dessa vez, quem sangrava era você!-
Eu não pude te reconhecer
E, assim, sem querer
Eu consegui me perder
Por que sem te ver
Nem sei se posso ser...
E viu que doeu;
E que ainda sangrava;
E que a dor não passava.
Mas o que você não viu
É que o fardo era meu
Mas você me ajudava;
-Também carregava-
E eu levantava.
E eu reaprendi a andar
E a trilhar novos caminhos
Para os velhos lugares
Onde a felicidade
Ainda esperava por mim.
O que eu não percebi
É que na minha jornada
Você me apoiava;
E era o porto seguro
Onde eu ancorava.
Mas hoje eu vi.
Vi que a lua brilhava;
Que a noite reinava;
Que o calor emanava,
Mas algo estava terrivelmente errado!
Eu me perdia no escuro
E só me encontrava
Naquele sorriso
Que me abraçava.
-O sorriso era seu.
Hoje eu não achei
A luz dos seus olhos,
E a força da sua voz
E a lucidez do seu sorriso.
-Deus, dessa vez, quem sangrava era você!-
Eu não pude te reconhecer
E, assim, sem querer
Eu consegui me perder
Por que sem te ver
Nem sei se posso ser...
sábado, 24 de janeiro de 2009
Abre os olhos e compreende
Que o que deveras sente
Já nao lhe pertence
Somente.
Cria com suas tintas mais belas
Seus grafites e aquarelas
A forma mais singela
- vive dela.
Busca dedicar-te a sua arte
Desenha sua felicidade
Lá donde não me cabe
- mata-me.
Roga sobre a vida suas pragas
Mesmo que ela não lhe satisfaça
Verdade, o dia passa
- e te aguarda.
Liberta seu olhar pra outros cantos
Que foram ofuscados pelo manto
Da sua alma em prantos
- há tanto!
Lembra-te das palavras ditas
De carinho embebidas
Há muito proferidas.
- Por que esquecidas?
Vê que amor é mais que corpo
São duas almas num todo
Sentimento louco
- Lhe é pouco?
Abre seu sorriso mais sincero
Faz do meu mundo mais belo
Vê quanto te quero
- E espero.
(para sempre...)
Que o que deveras sente
Já nao lhe pertence
Somente.
Cria com suas tintas mais belas
Seus grafites e aquarelas
A forma mais singela
- vive dela.
Busca dedicar-te a sua arte
Desenha sua felicidade
Lá donde não me cabe
- mata-me.
Roga sobre a vida suas pragas
Mesmo que ela não lhe satisfaça
Verdade, o dia passa
- e te aguarda.
Liberta seu olhar pra outros cantos
Que foram ofuscados pelo manto
Da sua alma em prantos
- há tanto!
Lembra-te das palavras ditas
De carinho embebidas
Há muito proferidas.
- Por que esquecidas?
Vê que amor é mais que corpo
São duas almas num todo
Sentimento louco
- Lhe é pouco?
Abre seu sorriso mais sincero
Faz do meu mundo mais belo
Vê quanto te quero
- E espero.
(para sempre...)
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